"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino."

Paulo Freire

sábado, 19 de junho de 2010

Leiam!

Hoje estou me sentindo com quinze anos de idade. Primeiro, porque acabei voltar da festa junina da escolinha do Enzo e nós (pais) fomos pegos de surpresa para dançar numa quadrilha improvisada. E pagamos aquele mico, mas foi divertido!

E o segundo motivo que fez me sentir mais jovem, foi a empolgação em fazer hoje o meu “dever de casa”. Como todos já sabem, voltei a estudar e pra mim o conhecimento é a fonte da juventude. Não me sinto velha, ultrapassada ou vencida. Pelo contrário, me sinto motivada, renovada, com um vigor adolescente na hora de ler aqueles textos enormes sobre as matrizes liberais e as teorias de Karl Marx, em tentar entender o que é ideologia na visão de Marilena Chauí. Tudo isso com direito a caderno cheinho de adesivos e canetinha cor-de-rosa, é um luxo! E como uma boa aluna que sou, já solicitei minha carteira de estudante e fiz minha inscrição na biblioteca.

Queria que os jovens pudessem ter a real noção da importância do conhecimento, não pra ter um diploma, mas pra ter a oportunidade de ver o mundo com mais sabedoria. Saber ouvir mais e falar menos, recuar na hora certa e agir quando for preciso. Assim, poderiam interferir positivamente no rumo que nossa sociedade está tomando.

É libertador ter conhecimento. E a leitura nos proporciona isso. Então, eu quero ler! Eu quero ler muito, quero ler mais!

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